quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Sem Destino

Aqui estou mais uma vez,
Dizendo que vou te esquecer,
Mas consigo apenas Me desligar de mim,
Quando percebo já estou assim,
Morrendo de amor por você!

Estou tentando não olhar para o passado,
E que me traz de volta aquela velha solidão,
Que não me deixa em paz viver,
Aperta no peito um coração,
Que morre aos poucos somente por te querer!

Por isto não prometo mais,
Sigo a vida com meus tristes ais,
Meu destino não tem dono,
Nada fiz para merecer,
A solidão que vem me entorpecer,
No meio da noite me tira o sono!

Meu coração em desatino,
Bate fraco em descompasso,
Pois sem você em meus braços,
Sigo a esmo, sem rumo,sem destino.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Meu Destino

Voe pelo infinito, paire no ar,
Tente imaginar, quantas gotas,
Tem nas águas do oceano,
Quantas estrelas vagam soltas,

Em galáxias distantes,
Agora sei que estás imaginando,
Que é infinito!
É assim que eu te amo,

Não dá para explicar,
Em meu coração eu te chamo,
Tente ouvir este meu grito,

Meu amor eu não desisto,
É divino, é meu destino,
Eternamente te amar!

No Silêncio da Noite

Quando no silêncio da noite,
Meus olhos buscam entre as estrelas,
O brilho do teu olhar,
E dos ventos fortes açoites,

Levam para longe as folhas que já tão secas,
Se perdem na imensidão,
Assim como meu coração,
Que ainda existe por te amar!

No silêncio da noite,
Ouço passos, sussurros,
E muito além daqui, destes muros,
Viajam meus sonhos, meus pensamentos,

Ilusão, a muito que já perdi,
Amor, foi tão forte o que senti,
Mas não acreditei,
Que na verdade até chorei,

Foi melhor assim, conseguir sobreviver,
Na esperança de esquecer,
Espero a cada dia um novo amanhecer,
E para não pensar em você,

Há momentos em que esqueço de viver,
Mas enquanto vivo estiver,
Não posso te esquecer!
Então busco nas estrelas,

O brilho do teu olhar,
E sempre que a noite chegar,
Estarei aqui para vê-la,
E assim dizer que sempre vou te amar!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Quando a Dor Me Abraça

Quando a dor me abraça,
Da alma um grito soa no infinito,
Não tem graça!!
A noite chega e somente eu e a lua,
A caminhar por estas ruas,
A esperar na estação pelo trem que passa!

Eu sei que ele não traz o meu amor,
Não sabe da minha dor,
Por isso passa sem parar!
Mesmo que ele soubesse,
Se ouvisse a minha prece,
Não poderia me falar!

Por isso quando a dor me abraça,
Fecho os olhos, sinto o vento, seus açoites,
Logo sei que passará mais esta noite,
Que não tem lua e não tem graça!

Será que se escreveu nas estrelas,
Que cheguei tarde e não pude vê-la?!
Que a brisa leve virou vendaval,
E o sereno da madrugada,
Tempestade colossal?

Sempre fico assim,
Tentando esquecer de mim,
Quando a dor me abraça,
E sei que não tem graça!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Alma de Poeta

Alma de poeta,
Sempre inquieta,
Prestes a versar,

Linhas contidas,
Com lágrimas sentidas,
Dê mim teu lenço para enxugá-las!

Ah! Se minha tu fosses,
Oh! Doce criatura,
Minha alma farta de amargura,
Acreditaria na sorte,
No vento rumo ao norte.

Ah! Se minha tu fosses,
Aceitaria as regras do destino,
Que faz um homem ser como um menino,
Amar sem nada pedir!

Por isto a minha alma de poeta,
Por natureza tão inquieta,
Te chama, chora e espera,
O momento certo para te abraçar,
Um amor eterno te entregar,
Pois é chagada a hora, devo partir!


Tal qual uma corsa,
A suspirar pelas águas,
Por ti suspiras também minha alma!
Que pede, implora por uma trégua,
Que passe a dor deste amor,
E arranque a angustia deste meu coração sofredor!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Amargo Como Fel

Estou tentando juntar os cacos,
Dos pedaços que sobraram da minha ilusão!
Do meu coração partido,
De meu orgulho ferido,
De minha louca paixão!

Estou tentando encontrar um rumo,
O Mapa desta estrada,
Talvez uma luz no fim do túnel,
Ou um alento para esta jornada,
Onde o doce é amargo como fel!

Estou tentando não ter que te esquecer,
Estou tentando não ter que te querer,
Pois só assim ainda poderei viver!

Se esta for a razão,
Calarei então a voz deste meu coração,
Que morre e sofre por esta paixão!

Lute

As vezes somos tal qual folhas secas,
Pairando no ar, sem destino algum,
Esquecemos de amar nem deixamos que nos amem,
Somos barco a deriva sem controle nenhum!
E como estas folhas leve e soltas,
Seguimos pelos ares,
Talvez cheguemos aos altos mares,
Quem é que sabe onde o destino vai nos levar?
Não se pode acreditar somente no destino,
É preciso crescer e deixar de ser menino,
Retomar os lemes e controlar o vento,
Acreditar que algum dia será diferente só não basta,
O que faço no presente reflete no futuro,
Depois não adianta achar que o futuro só a Deus pertence,
Cruzar os braços e sentar sobre o muro,
Esperar para ver o que acontece!
Folhas secas vão com o vento,
Quem sabe onde vão chegar?
Confiar na sorte é viver sem alento,
Nunca se sabe quando ela vai chegar!
Lutar é preciso!
Lute!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Juro Que Tentei

Juro que tentei dizer adeus,
Até fingi para o meu coração,
Mas ele não te esqueceu!
E hoje quem chora sou eu!
É que ele não pode ver,
Somente vive para pulsar,
E neste pulsar ofegante,
Da realidade tão distante,
Mas uma vez quem chora sou eu,
Na verdade tenho os remos,
Também temos o leme,
Mas ele tenta tomar a direção,
E descobre que o amor virou paixão,
Agora não tem jeito não,
É sofrer, chorar, viver sem razão!
Eu juro que tentei!
Mas o meu coração bate forte,
Parece que sente e realça a emoção,
Porque amar a gente não escolhe,
O sentimento acontece,
Sem a gente perceber!
Quando acorda pela manhã,
O sol já se vai longe, o tempo já passou,
E a gente só sabe que apesar do muito que chorou,
O coração não sabe,
E para que o amor nunca se acabe,
Vamos nos apaixonar outra vez!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Natal

Vem chegando o Natal,
Parece que tudo é festa
A alegria é sem igual!!
Papai Noel vai chegar,
Eu sei que vai!
Mas e se ele não vier?
Não faz diferença, quem vai ligar?
Prá muitos ele nunca vem,
Mas o Natal não é para ser tudo alegria?
Deveria, afinal somos todos iguais!
Ou será que não!?
Nesta incerteza já cansei de esperar o Natal,
Sempre se repete a mesma história,
Só mudamos a forma de contar,
E assim nos iludimos mais uma vez,
E dizemos quase que com certeza,
Este ano vai ser diferente!
Pensando assim mais um Natal se passa,
Daí a gente vê que é tudo sempre igual,
Não se iluda com Papai Noel!!
Ele é apenas uma lenda que alguém nos contou,
E para não perdermos o costume, também contamos,
Mas seria bom se contássemos de maneira diferente,
Para isto devemos saber de que lado estamos,
De que lado você está?